A atuação de Aderivaldo Cardoso à frente da Administração Regional do Jardim Botânico consolidou um modelo de gestão que vai além da infraestrutura urbana tradicional e se posiciona como referência em segurança pública aplicada ao território. Com base em conceitos modernos como o CPTED (Crime Prevention Through Environmental Design) e a Teoria das Janelas Quebradas, a iluminação pública foi tratada como ferramenta estratégica de prevenção à criminalidade e promoção da qualidade de vida.

Durante sua gestão, regiões historicamente marcadas pela baixa luminosidade e sensação de insegurança passaram por uma transformação significativa. Áreas como Altiplano Leste, São Bartolomeu, Jardins Mangueiral, Jardim Botânico III, São Gabriel e João Cândido receberam intervenções estruturantes que ampliaram a visibilidade noturna, reduziram pontos críticos e fortaleceram a presença do poder público no território.

Eixos fundamentais de mobilidade urbana, como a Avenida do Sol, a DF-001 e a Estrada do Sol, também foram contemplados com projetos de iluminação que impactaram diretamente a segurança viária e a sensação de proteção para motoristas, ciclistas e pedestres. O mesmo avanço foi observado no Polo Verde e no Comércio Local, onde a melhoria da iluminação contribuiu para dinamizar a economia e ampliar o uso seguro dos espaços no período noturno.

Um dos marcos dessa política foi a expansão da iluminação em LED, com destaque para o Jardins Mangueiral, Altiplano Leste e São Bartolomeu, consolidando o conceito de “Jardim Botânico 100% iluminado” em diversas localidades. A implantação de infraestrutura moderna, aliada ao planejamento técnico e à articulação institucional com órgãos como a CEB Ipês, permitiu a execução de projetos antes considerados inviáveis.

Além do impacto direto na segurança, a estratégia adotada gerou efeitos relevantes no cotidiano da população: redução da criminalidade percebida, valorização dos espaços públicos, aumento da circulação de pessoas e fortalecimento do senso de pertencimento da comunidade.

A gestão de Aderivaldo Cardoso demonstra que segurança pública não se faz apenas com policiamento ostensivo, mas com inteligência territorial, integração de políticas públicas e presença efetiva do Estado. Ao iluminar o território, iluminou também um novo caminho de gestão — mais técnico, mais próximo da população e orientado por resultados concretos.

Para o ex-administrador do Jardim Botânico, “tudo que foi feito na cidade foi pensado dentro de uma visão estratégica de fortalecimento da segurança pública e melhoria da qualidade de vida da população. Cada ação, cada obra e cada intervenção tiveram como foco principal cuidar das pessoas e tornar o território mais seguro, organizado e digno para todos.”