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Ah, se eu soubesse…

Ontem a noite li o livro Ah, se eu soubesse…, de Richard Edler. O livro em sua apresentação diz que “a experiência é, sem dúvida, a melhor fonte de ensinamentos para uma pessoa, seja na sua vida profissional ou particular. “Encher” essa fonte com habilidade, no entanto, demanda tempo, às vezes muito tempo; e o processo de aprendizado se constrói mediante muito sofrimento. Mas, por isso mesmo, são essas dificuldades somadas à ansiedade natural do homem de assimilar novos conhecimentos que se tornam tão atraente saber as lições resultantes das experiências de outros, sejam elas bem ou malsucedidas, porque significam sempre subsídios para o crescimento. E é neste ponto que se concentra o objetivo deste livro, que foi desenvolvido a partir de uma pergunta base: “O que você sabe agora, mas gostaria de ter sabido 25 anos atrás?”
O que você gostaria que alguém tivesse lhe contado 25 anos atrás?
1 – Busque seus sonhos.
Transforme-se na verdadeira pessoa que existe dentro de você. Escute aquela “vozinha” que vem de dentro, que é a pessoa que você era quando adolescente. Aquele é o verdadeiro você. Não faça necessariamente o que os outros acham que você deveria fazer. Faça o que você ama com toda a intensidade, e tudo mais, quase sempre incluindo o dinheiro, que virá como decorrência.
Para buscar os seus sonhos, simplesmente transforme-se em metas, o que Marjore Blanchard chama de “sonhos com deadlines”. Escreva as suas metas num papel e não as mostre para ninguém. Esta é a única maneira de você ser totalmente honesto com você mesmo. Mantenha-as com você e leia-as de vez em quando. Você vai descobrir que tudo no mundo fica mais fácil para quem sabe onde está indo.

2 – Abrace sua família.
A sua família é mais importante do que você imagina, e terá se ido antes do que você espera. Eu tenho três fotos na minha mesa. Uma de mim com meus pais, e as outras duas, com minha esposa e meus filhos, durante as férias. No escritório, eu não tenho nenhuma foto em que eu esteja trabalhando até tarde, fazendo uma negociação, ou indo para um jantar black-tie. Eu não tenho uma foto minha fazendo um depósito no banco, voando de primeira classe para Tóquio, ou obtendo uma margem de retorno de 28 por cento para minha empresa. Apenas família.
Geralmente, uma criança parte para a faculdade ou para sua carreira aos dezoito anos. O que são dezessete anos numa expectativa de vida de 85? Você só terá filhos em casa em 20 por cento da sua vida.
Quando as minhas crianças estavam crescendo, a minha esposa nunca perdeu um jogo de futebol delas, uma competição de natação, um jogo de vôlei. Eu não estou dizendo que ela esteve presente na maioria das situações – ela esteve presente em todas, enquanto ainda mantinha sua carreira de corretora imobiliária. Eu estava fora, resolvendo “assuntos importantes” no escritório, enquanto ela dava suporte integral para os meninos. Eu a amo por isto.
3 – Encontre uma fé que funcione para você.
Fé é, para a maioria de nós, uma coisa muito pessoal. Você pode não precisar da sua fé hoje ou no próximo ano. Podem se passar vinte anos. Mas o tempo vai chegar. Encontre um meio de equilibrar o lado espiritual com as outras áreas dos negócios, vida pessoal e familiar. A fé não pode ser provada. Apenas confie na sua intuição. Alfred Lord Tennyson disse: “Em decorrência do que eu tenho visto, eu acredito no que não posso ver”.
Para encerrar, meu desejo é que você aproveite cada momento e não se sinta egoísta por isto. Nas palavras de Nadine Stair, “tomando mais sorvete…me divertir mais nos carrosséis…pegar mais margaridas”. Curta o pôr-do-sol de hoje. Você o viu? Estime o companheirismo dos seus verdadeiros amigos. Quando foi a última vez que ligou para eles? Reserve um tempo para admirar as árvores de que você gostava tanto e nas quais vivia subindo quando criança. Fique em paz consigo mesmo, com quem você é.
Finalmente, relaxe e curta o seu caminho. Ontem é passado. Amanhã ainda não chegou. Mas hoje é absolutamente glorioso. E é seu para aproveitar.
Tenha maravilhosos próximos 25 anos.
Richard Edler

Visão, determinação e trabalho pesado não são sempre o suficiente. Insucessos algumas vezes significam simplesmente que os outros não compartilham dos seus sonhos.
Comprometa-se com um trabalho que contribua para o bem-estar social. Comprometa-se também, com a mesma energia, para a sociedade que está mais perto de sua casa, a sua família.
A educação/formação é um objetivo a ser perseguido a vida inteira. O sucesso requer constante aquisição de conhecimentos e habilidades para se competir num mundo de mudanças aceleradas.
Charles E. Yong – Diretor, UCLA
Eu gostaria que alguém tivesse me contado que o casamento não é uma relação 50/50. Não seja um anotador de placar.
Eu estou casada há 35 felizes anos, e em todo esse tempo é difícil me lembrar de quando meu marido e eu contribuímos com 50 por cento. As necessidades não são constantes. Em alguns anos você se vê dando 90 por cento ou mesmo 100 por cento para o relacionamento; mas reconheça que, com certeza, haverá um período no qual você terá mais para receber do que dar. E aí o seu companheiro estará lá por você.
O casamento é amor, compartilhamento e convivência a dois. Dê todo seu amor. Não se preocupe com “o que ele tem para te dar”, ou com “o que ele me deve”. Não fique contabilizando. Você nunca irá se arrepender.
Debbie Conlon – Fundadora, Interiors By design

Ria de si mesmo e aprecie a sua empresa. Crie a sua própria vida. Não deixe que os outros a determinem. O que quer faça, faça pelas suas razões – porque se encaixa nos seus planos e lhe dá prazer. Afaste-se de pessoas e coisas que o levam para baixo.
Lembre-se: você é o motorista. Fique no acento do motorista porque assim você pode parar, voltar, acelerar, ou virar. Mantenha a sua independência de pensamentos. Curta a sua imaginação e sonhos. Perdoe-se. Reserve um tempo para as pessoas, especialmente para aquelas que você ama. Goste de aprender e seja partidário da mudança. A vida é um presente surpreendente e maravilhoso. Admire o passeio.
Steve Robbins – Presidente, Robbins Bros., The Engagement Ring Store

Aderivaldo Cardoso
Aderivaldo Cardosohttps://policiamentointeligente.com
Especialista em segurança pública e cidadania, pós graduado pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília
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