Programa Administração Regional 24 Horas fortalece zeladoria urbana, amplia resolutividade e posiciona administradores como peça-chave da governança local no DF
A governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, reafirmou nesta semana a estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de fortalecer a gestão territorial e aproximar o poder público do cidadão ao apresentar o balanço do programa Administração Regional 24 Horas. A iniciativa tem se consolidado como um dos principais instrumentos de modernização da zeladoria urbana, com impacto direto na resposta às demandas da população e na capacidade de entrega nas cidades.
Durante reunião no Palácio do Buriti com administradores regionais, Celina destacou a importância do sistema como ferramenta de monitoramento, padronização e eficiência, reforçando uma diretriz central da atual gestão: governar com método, números e serviço na ponta, transformando solicitações em ações concretas no cotidiano das comunidades.
Zeladoria urbana: onde o governo “aparece” para a população
A política pública, muitas vezes, é percebida pela população não pelo que é anunciado, mas pelo que é entregue nas ruas: tapa-buracos, iluminação pública, poda de árvores, limpeza urbana, retirada de entulho e manutenção de espaços públicos. É exatamente nesse ponto que as Administrações Regionais ganham protagonismo, sendo a estrutura do Estado que atua de forma mais imediata no dia a dia dos moradores.
Na prática, é a zeladoria que dá forma à presença do governo no território. Quando uma rua é recuperada, um ponto crítico de lixo é eliminado ou uma área pública recebe manutenção, o cidadão não sente apenas um serviço: sente ordem, cuidado e segurança urbana.
Celina Leão tem sido enfática nesse enfoque ao estimular um modelo de atuação onde as administrações regionais deixam de ser vistas como unidades burocráticas e passam a ser compreendidas como centros operacionais de resposta territorial.
Administradores regionais: liderança pública com função técnica e força política
Além da função executiva, os administradores regionais exercem um papel decisivo na dinâmica política do Distrito Federal. São eles que estão inseridos no território, compreendem os microproblemas das comunidades e articulam soluções junto ao governo, secretarias e demais órgãos do DF.
Essa presença cria uma realidade incontestável: o administrador regional é, frequentemente, o principal ponto de contato entre a população e o Estado.
Com isso, seu papel vai além do serviço urbano. Ele se transforma em:
•agente de governança local;
•mediador institucional de conflitos;
•articulador de prioridades comunitárias;
•representante direto da gestão no território.
Em um Distrito Federal marcado por desafios urbanos e sociais complexos, essa liderança ganha valor estratégico. A influência política do administrador regional se constrói diariamente por sua capacidade de resolver, mobilizar e dar resposta, o que fortalece vínculos comunitários e amplia a legitimidade do governo nas cidades.
Um modelo de gestão com indicador, transparência e resolutividade
O programa Administração Regional 24 Horas representa uma mudança importante: ele substitui a lógica antiga de “pedidos dispersos e invisíveis” por um modelo com acompanhamento, metas e resolutividade.
Ao tornar as demandas rastreáveis e monitoráveis, o GDF reforça três princípios essenciais de boa gestão pública:
1.Transparência – o cidadão visualiza o registro e o encaminhamento da solicitação;
2.Eficiência – o governo organiza e prioriza ações com base em dados;
3.Prestação de contas – gestores passam a ser cobrados pelo que executam.
A apresentação do balanço por Celina Leão demonstra também maturidade política e compromisso com resultados mensuráveis. Em um cenário em que governos frequentemente são avaliados por percepção e narrativa, Celina aposta em um caminho mais sólido: dados, sistema e entrega territorial.
Território bem cuidado é segurança, dignidade e valorização social
Para além da infraestrutura, há um ponto decisivo: zeladoria urbana e segurança caminham juntas.
Territórios com iluminação adequada, vias conservadas, limpeza urbana e espaços públicos organizados tendem a reduzir vulnerabilidades sociais e ampliar a sensação de ordem. Esse conceito é amplamente discutido em políticas modernas de segurança pública: um ambiente urbano bem cuidado reduz oportunidades para práticas criminosas e fortalece o senso coletivo de pertencimento.
Ou seja, quando o administrador regional age com força e o governo dá meios para execução, não se trata apenas de estética urbana — trata-se de governança, prevenção e bem-estar social.
Celina fortalece o pacto político-administrativo nas cidades
Ao reunir administradores regionais, apresentar números e alinhar diretrizes de atuação, Celina Leão dá um recado claro: o território importa e será prioridade.
Esse gesto tem impacto direto em dois níveis:
•Administrativo, ao reforçar a rotina de cobrança por resultados;
•Político, ao reconhecer a administração regional como elo central entre governo e cidadão.
A condução firme, objetiva e voltada a indicadores consolida Celina como uma liderança que entende o coração da governança territorial do DF: as cidades precisam de comando, rotina de entrega e presença constante do Estado.