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Vamos quebrar paradigmas – Um jovem pensador em nosso meio! Isaac Falcão

Muitos colegas me disseram que não se inscrevem em cursos e seminarios da área de segurança pública porque não vão aplicar o que aprenderam por serem “novinhos” ou por serem Praças. É triste se limitar a esse pensamento, mas entendo bem o que querem dizer, pois nós somos de uma geração “das coisas impossíveis”, onde nós mesmos criamos sabotagens e não saímos do lugar. Tenho aqui alguns exemplos que ouvi por esses dias:
1) Não vou me inscrever no “Seminário Informação Qualificada em Segurança Pública – Instrumento de Gestão, Transparência e Participação Social” porque não vou consegui liberação por eu ser “novinho” ou por ser “Praça” (http://www.catolicavirtual.br/hotsite/ssp/);
2) Não vou estudar para o cuncurso “X” porque é dificílimo, devido à concorrência;

3) Não vou lutar por “isso” ou “aquilo” porque é impossível.Hoje em dia, devemos pensar sempre em crescer e não viver engessado a um pensamento arcaico. Devemos estar com um microscópio num olho e um telescópio noutro olho, visando sempre progredir, pensar global e agir local. O resultado disso é a plenitude como ser humano e a realização profissional. Isso leva tempo, não é algo de imediato, tem de “queimar muita pestana” e “danar a estudar”. O tempo é um recurso valioso e não regenerável. Quem perdeu tempo, PERDEU, já era!
Então, sugiro um exercício de reflexão profunda para daqui cinco anos, observando quatro campos através de algumas indagações:
Exercício: O QUE QUERO FAZER ATÉ EM 2017?
1° campo – vida cultural: devo fazer uma nova graduação acadêmica, uma Especialização, um Mestrado, um Doutorado, um novo idioma ou aumentar a fluência do meu segundo idioma? fazer esses cursos que o Isaac divulga aqui?
2° campo – vida profissional: estou satisfeito com meu emprego atual? Caso a resposta seja “não”, o que preciso fazer para estar? Talvez não seria tempo de eu estudar para outro concurso ou contribuir para a mudança dos paradigmas da minha instituição/órgão?
. Observação: Se quiser mudar a PMDF, deve-se ter metas ambiciosas para crescer e evoluir, pois ela pode muito.
3° campo – vida familiar: sou uma pessoa feliz com minha família, como posso melhorar? O que devo fazer para criar um novo padrão de família?
4° campo – melhoria desses três campos anteriores: Devo criar o hábito da leitura? para quais lugares pretendo viajar?

A tendência é que esses cinco anos passem voando, mas não é bem assim, dá para fazer muita coisa.
Fica a dica.
Somar e sevir.
Isaac Falcão .’.
Aderivaldo Cardoso
Aderivaldo Cardosohttps://policiamentointeligente.com
Especialista em segurança pública e cidadania, pós graduado pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília
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