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Queremos cidadania plena nas polícias

É maravilhoso ver a população indo as ruas, defendendo seus direitos, cobrando uma melhor atuação de seus governantes. Fico feliz de ver os direitos civis sendo ampliados e de fazer parte dessa luta. Mas você sabia que até hoje existe uma categoria que não pode filiar-se a partidos políticos? Que não tem direito a Habeas Corpus em prisões disciplinares? Que seus integrantes ainda podem ser presos por transgressão disciplinar? Que tem que medir as palavras, pois o direito de expressão ainda é visto com “desconfiança” e por isso podem ser punidos? Uma categoria que ainda não possui cidadania plena? Quem não tem carga horária de trabalho semanal definida? Que tem menos direitos e mais deveres que qualquer outra, pois é regida por normas especiais que normalmente trazem grandes prejuízos a seus integrantes pelo Brasil a fora? Você sabia?

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A solução neste momento é discutir a REFORMA POLICIAL NO BRASIL. Discutir um novo modelo brasileiro de polícia. Não vejo problema em um hibrido francês e inglês, mas precisamos avançar. Precisamos definir a “espinha dorsal”, que em minha opinião passa pelo CICLO COMPLETO DE POLICIAMENTO e por um modelo civil de polícia.

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Aderivaldo Cardoso
Aderivaldo Cardosohttps://policiamentointeligente.com
Especialista em segurança pública e cidadania, pós graduado pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília
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