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Precisamos criar uma cultura de segurança nesse país, precisamos mudar de atitude!

A vida é feita de escolhas, cada uma delas vem acompanhada de várias consequências. Não podemos esquecer que somos resultado de nossas escolhas e das pessoas a nossa volta. Precisamos escolher bem as pessoas que nos acompanharão em nossa caminhada. A vida tem sido uma grande dádiva para mim, minha família e meus amigos são meu grande sustentáculo. Ontem tive a honra de reencontrar vários amigos que fazem a diferença em meu crescimento. Além disso, meus filhos são o maior suporte que alguém poderia ter. Erros do passado podem ser revistos e superados apenas por uma simples mudança de atitude, creio que seja isso que falte em nossa Corporação. Mudança de atitude faz a diferença em nossas vidas. Hoje, meu amigo e leitor Roberto Carlos de Lima, me deu um grande presente, em breve falarei especificamente sobre isso. A maior prova de amizade que alguém poderia me dar nessa hora difícil.
Nós enquanto indivíduos não podemos esquecer de onde viemos, onde estamos e onde queremos chegar. Sempre digo isso aos meus alunos, filhos e amigos. Precisamos nos ver em nosso “destino” almejado para que ele possa se realizar. É o desejo ardente que nos move, é o que faz o universo conspirar a nosso favor.
Falando de segurança pública não podemos esquecer de nossas origens e avanços, mas principalmente, não podemos esquecer de onde queremos chegar. Sinto-me as vezes como um louco sonhador, idealista, um verdadeiro “Dom Quixote” lutando contra moinhos gigantes, um “exército de um homem só, mas sei o que estou fazendo. Falar de mudança cultural dentro das Corporações militares e “Desmilitarização Cultural” é falar de mudança de atitude, é sonhar com a Instituição que eu desejo.
Precisamos mudar de atitude no falar e no agir. Precisamos nos aproximar da sociedade, avançar no debate sobre a mudança cultural no sistema de segurança pública e privada. Precisamos falar de reforma policial no Brasil nos proximos vinte anos, reforma do sistema de justiça criminal, precisamos avançar. Precisamos nos profissionalizar. Precisamos definir de maneira mais clara qual é o nosso papel, enquanto policiais, dentro da sociedade em que vivemos. Precisamos saber o que a sociedade espera de nós. Precisamos compreender que a polícia tradicional, citada na bibliografia internacional, pode ser substituída por novos conceitos, taís como o de polícia de confronto, e que a nova polícia pode ser vista como uma polícia de conflitos. Precisamos pensar segurança pública e ao mesmo tempo criar uma cultura de segurança no país. Precisamos lutar por cidadania plena, Precisamos mudar de atitude para conquistar tudo aquilo que sonhamos, precisamos acreditar no sonho e lutar por ele…

Aderivaldo Cardoso
Aderivaldo Cardosohttps://policiamentointeligente.com
Especialista em segurança pública e cidadania, pós graduado pelo Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília
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